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01/09/2014

Sergio Rodrigues - obrigada Mestre

"Casa que não tenha estudo do interior é escultura, arquitetura não é só a casca." 

Esta frase de Sergio Rodrigues definitivamente me representa. Nunca consegui projetar de fora para dentro ou sem imaginar como aquele espaço seria mobiliado. Brincalhão, debochado as vezes, arquiteto, designer, talentoso. Alguém que soube compreender que valorizar a sua raiz fazia diferença no mundo.

"Muita gente imagina que os móveis brasileiros começaram a ter sucesso nas últimas décadas, quando na realidade eu ganhei prêmio na Itália nos anos 60. Já naquela época tinha representante nos Estados Unidos. A diferença é que agora são lojas físicas, com vitrine, visitadas por arquitetos, o que dá mais visibilidade ao trabalho" (Sergio Rodrigues - Fonte)

O móvel não é só a figura, a peça, não é só o material de que esta peça é composta, e sim alguma coisa que tem dentro dela. É o espírito da peça. É o espírito brasileiro. É o móvel brasileiro”. (Sergio Rodrigues - Fonte)

Para quem como a gente, que trabalha na área, e se acostumou a ver as suas criações como clássicos do design, saber de sua partida é um choque. Mais um choque desse 2014 que está levando para outra dimensão tantas pessoas brilhantes. Como em cada passagem, além da tristeza da perda, ficam as obras, o exemplo, a vida que se revive em cada cadeira, em cada olhar e palavra que ficam como legado.

E fica o nosso muito obrigada. Todo mestre nos ensina um pouco. Nos mostra um caminho de luz. 

 “Gesamtkunstwerk (obra de arte total, em alemão) é a palavra que descreve melhor a obra do Sérgio. De seus móveis, aos seus desenhos, casas e até o seu trabalho como cenógrafo ele sempre fez tudo com muito bom gosto, harmonia e humor. Tanto pelas casas quanto pelos móveis, você percebe claramente que a preocupação maior dele é com o conforto, e mesmo assim cada peça é uma obra de arte. Ele cria móveis para ele, a esposa, os filhos, os cachorros, os gatos sentarem, e também para ler o jornal e contar histórias” (cineasta Peter Azen sobre o arquiteto)

Leia AQUI entrevista com Sergio Rodrigues
Saiba mais sobre Sergio Rodrigues AQUI 
e AQUI

sergio rodrigues e butzke | um olhar para o design from bamboo on Vimeo.

31/08/2014

Aproveitando o pé da máquina de costura da bisa

Sou da época em que as vós costuravam. Em casa. Minha vó ficou viúva com 24 anos, quatro filhos, o mais novo com 4 meses(!). Ela os criou pedalando muito! Sim, naquela época as máquinas de costura tinham pés e eram movidas às pedaladas que as mulheres davam com os pés. Não é a toa que muita nona tenha pernas lindas. 

Meu pé de máquina
Pois bem, da profissão de minha vó que costurava para alfaiates da cidade para sustentar seus filhos às donas de casa, que faziam as roupas de todos, já que confecção pronta era coisa de muito poucos, sobraram muitos pés de máquinas. Lindos! Eu mesma tenho minha mesa do escritório sobre um deles. Aliás, sobre sobras de algumas máquinas, já que eram peças soltas que uni. Mas ficou bom. Depois virou moda, meio viral, sabem como é. E como tudo que se usa muito, acabou ficando cansado e meio esquecido. Mas é tão bonito e se pode usar de tantas maneiras que eu considero uma peça muito clássica. Assim reuni varias utilizações para quem ainda tem um pé de máquina para chamar de seu.

De mesa de escritório à penteadeira cheia de charme....

A clássica mesa de centro com tampo de vidro....
Ou mesmo uma mesa de jogos com tabuleiro de damas ou xadrez.
Uma simpática mesa de chá ou café.
Um apoio de bancada em escritório.

Nos banheiros! E com direito a banquinho para as crianças menores.
Uma bancada para trabalhos manuais
Ou um suporte para flores....
Uma peça que lembra os pés laboriosos de nossos antepassados, que lembra história e trabalho. Um exemplo lindo de sustentabilidade afetiva.

Fotos: Google e Pinterest

30/08/2014

Revestindo paredes

Quando a gente pensa em revestir paredes lembra de tintas, papel parede, pedras, madeira....mas se a ideia for fazer uma parede bem mais original que tal pensar em outras maneiras de fazer um revestimento bem mais original?
Fotos. Sim, todos gostamos de mostrar nossas fotos. Que tal uma parede inteira com a história da família, das viagens, dos bons momentos da vida? Dá para montar tudo isso em adesivos e o resultado fica muito, muito interessante! 
Mural. E um bem diferente! Unindo quadro negro, mural com tinta metálica e um expositor? E sim, tudo pode estar junto. E o melhor é que é bem fácil de fazer. Uma moldura que pode ser comprada pronta, tintas especiais e cordas. E está pronta sua parede! 

Mapas - os viajantes podem ter sua alma nômade amainada por um mural com mapas de países ou cidades. 
Recordações de vida também tendem um belo revestimento de paredes. 
Filosofia. Essa é perfeita para os pensadores. Pode ser feita com embalagens usadas e pintadas, pode ser feita com tecido. O importante é reunir referências significativas.
Grafite - artistas urbanos ou mesmo as pratas da casa podem fazer de nossas casas um afresco moderno. 
Veja AQUI e AQUI outras maneiras de revestir as paredes de forma criativa
Fotos : Google e Pinterest

29/08/2014

Desenho a mão livre - ferramenta essencial do arquiteto

Muitos estudantes perguntam sobre o curso de arquitetura, o que podem antecipar em saber para entrar na faculdade já com um cabedal de conhecimento que lhe facilite o aprendizado. Já expliquei a rotina de um arquiteto para estudantes e falei aqui sobre 10 lições para aprender arquitetura.   
Fonte
Mas se tivesse que escolher uma prioridade, o que aprender primeiro? Teoria, prática, CADs? Essa madrugada uma jovem perguntava em uma lista de arquitetura. Minha resposta? 

Treine o olhar. Comece pelas peças de tua casa. Desenhe a mão livre o teu quarto, procure perceber a escala/tamanho das coisas sem usar réguas. A verdadeira ferramenta do arquiteto se chama percepção espacial. Faça isso pelas ruas, olhe, sinta, perceba. Treine o cérebro. Desenhe a mão livre. Muito. Sente na rua e desenhe. Viaje.
Fonte
Grandes arquitetos fizeram seu repertório dessa forma - através da observação, de viagens pelo mundo, de um caderno companheiro, ou folhas soltas onde desenhavam. Suas mentes eram ensinadas a reconhecer as relações de espaço na vida real. Uma de minhas primeiras lições na faculdade de arquitetura foi desenhar minha casa, a mão livre, sem medir. Dela passei ao edifício, depois à cidade. Nesses nossos tempos de computação e programas CADs a nos auxiliar, urge treinar a mão, urge treinar o cérebro para que possamos realmente desfrutar dessas ferramentas que fazem quase tudo, mas não o principal. Elas não projetam por nós. A concepção real nasce dentro de nós, da nossa capacidade de ver o que não existe. Ainda. 

Fonte
E lendo um texto chamado Drawing Hand in the Age of Computers fica mais evidente a necessidade dos desenhos a mão nessa era de computadores. Ali eles fizeram uma interessante relação, mostrando duas etapas do processo projetual: Concepção representada por desenhos e a realização da obra, já com fotos da edificação pronta. Um desses exemplos é mostrado abaixo. 
Fonte
Acima um croqui representando a intenção do projeto feito por Brad Cloepfil. A obra é o "Sokol Blosser Winery Tasting Room", nos EUA. A comparação entre os traços livres que expressam o conteúdo que se pretende alcançar e a obra pronta mostra o quanto se aproximam. Experimente sentar em frente ao computador sem ter a ideia clara em sua cabeça do quer fazer, para ver o quanto o seu projeto demora a fluir. Ou se flui perde em densidade e certezas. Rascunhar livremente permite que as ideias balancem em nossas mentes, que possamos brincar e construí-las lá naquele espaço que só nós percebemos.



Fonte
Portanto, se eu posso dar um conselho seria: compre um caderno de desenhos, pode ser pequeno, se cerque de lápis e borrachas e saia pelo mundo a desenhá-lo. Quando viajar fotografe menos e desenhe mais. Não se importe se ficam belos e nem tente mostrá-los ao mundo. São seus. São seu meio de exercitar sua percepção espacial. 


Veja mais sketches de arquitetos aqui

Sketches of Frank Gehry 

28/08/2014

Nossas cidades invisíveis são feitas de pessoas e momentos

Nossas cidades são feitas de pessoas e momentos. Mesmo as gigantescas como São Paulo. 

Cena 1: Convergência. Banheiro de hotel. Desses econômicos em que as frescuras são economizadas. Sim, porque hotel tem em geral uma mística em que tudo é pensado para que o hóspede se sinta um rei. Ou um duque. Ou algo minimamente parecido com algo nobre. Nesses não. Enfim. No banheiro do hotel, saída. Uma rápida escovada nos dentes após um café da manhã dito saudável mas que é igual a todos os outros - um pouco de fruta, pães e queijos. Voltando ao banheiro. Um sorriso e duas pessoas estranhas conseguem falar, encontrar pontos de interesse no que vieram fazer na cidade estranha. Nada estranho. A não ser o contato olho a olho que vai se tornando cada dia mais raro. Talvez não afete tanto os visitantes.   

MASP visto dos bancos do Charme da Paulista onde tantas histórias povoam as lembranças
Cena 2: Divergência. Uma corrida de táxi. Pequena. Poucos quilômetros significam pouco dinheiro em troca. Motorista não muito jovem, não muito animado, não muito amistoso. "Senhora, não tenho troco, vai dar uns oito reais, espere um pouco..."Pede troco para um conhecido antes de tocar o carro. Criatura aqui, em pleno passeio, leve de alma, começa a contar as moedas, já pensa em nem pedir o troco e trocar mais moedas para que ele não tenha problemas nas próximas corrida. Bem bom fazer uma boa ação de manhã cedo. Chegada. Ele, de mau humor, me diz rápido: é aí. Tipo assim, corre fora que é cedo e tenho que ganhar a vida...Ofereço as moedas em troca do valor delas. Ele não entende nada. Acha que eu quero troco, que sou mesquinha, sei lá, e me joga de cara fechada o troco que eu nem ia pedir. Dois estranhos que em diálogos mudos não se entendem. E a cidade fica mais cinza e impessoal.   
Os espaços que uma arquiteta concebe para um Museu é palco da vida que ecoa e pede mais - Espaço da cidadania
Cena 3: Poesia. Turista corre na cidade fria com medo da manifestação, da polícia, de um possível ladrão. Espaço que aprendeu a admirar desde a faculdade. Admiração por aquela mulher que cruzou oceano e veio arquitetar aqui uma nova maneira de ver um Museu. Um espaço que fizesse parte da cidade, que abrisse o olhar para o verde em torno. Um monumento à arte. Na entrada o poeta do asfalto pára a turista. Deve fazer isso milhares e milhares de vezes por dia. Deve ouvir milhares de nãos apressados. Dedica a poesia de seu livro. A de número 11. Deve também fazer isso para todos. Uma técnica de marketing pessoal. Alguns param. Outros não. Eu parei. E o número 11 correu meus olhos em um VIR-a-SER, ...."É preciso dançar sobre os abismos, rir de tudo e de todos, superar o aqui e o agora - SER UMA PONTE E JAMAIS UM FIM...nada, absolutamente, nada pode ser considerado definitivo. CONCLUIR É ATROFIAR, ESTAGNAR, MORRER..."(Ivan Petrovitch). E não importa se a poesia é boa ou ruim. O universo deu o seu recado. E eu ouvi.   

As frases de um livro que saem das paredes e entram na mente e coração de quem passeia e vê

"O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço."Ítalo Calvino
Os caminhos da vida e da morte convergem. E as almas são testemunhas
Cena 4 - Reencontro. Arte serve para iluminar nossas vidas. Sinto que cada momento marcante, onde me sinto mais perdida ou destruída, a arte me traz de volta para mim mesma. Me humaniza. O olhar que fotografa. O traço do artista que surpreende. O modelo que já morreu faz tanto tempo em um tempo e uma época que só visitei em livros, me olha agora, vivo e real. Tempo deixa de existir. Tudo ali é atemporal. O sentimento do artista medieval que surpreende pelo surrealismo, a fé que dava recados, a ambiguidade do artista que pintava nobres para sustentar sua arte mais real, a que retratava a tristeza de sua gente. E no meio disso tudo, uma estátua que me chama pelo olhar. Grega. Milhares de anos mais velha que eu. E a reconheço. Não sei explicar como. Aquele olhar, aquele nariz, tudo me é familiar como se visse uma grande amiga. Ou uma parente do coração. Ando em volta, meu lado racional querendo analisar o trabalho do artista. Qual o que. Ela me chama. Naquele momento me sinto em casa.

"Ao chegar a uma nova cidade, o viajante reencontra um passado que não lembrava existir: a surpresa daquilo que você deixou de ser ou deixou de possuir revela-se nos lugares estranhos, não nos conhecidos."Ítalo Calvino
O passado me olha e me chama para que eu o relembre com o olho do coração
Cena 5: TAO. Quem saí de um museu sempre saí um pouco diferente de quando entrou. Impossível não sentir as coisas com outro olhar, mais apurado. Mais vivo. Outro poeta, um pouco menos organizado, um pouco mais hippie, me aborda. Acha que me assustei. Mal sabe que o que me assusta nesse momento passa longe do contato humano. Me fala de seu livro. Na verdade umas folhas xerocadas com palavras obvias. Mas o Tao é assim. É obvio, e a gente quase nunca entende.  "A pessoa do Tao não teme morrer. Por isso, não perece"(Cássio Carvalheiro). Os poetas se completam. Uma voz me diz que compre sim e dê de presente para amiga com quem vou almoçar. Não pelas palavras obvias. Mas pelo Tao.

O vicio que vira arte. Rua tem seus personagens
Cena 6- Artistas urbanos. Pessoas estranhas, diferentes das normais que passam apressadas levando suas vidas normais, trabalhando para sobreviver uma vida...normal. Tendo que usar muletas para aguentar tanta normalidade. E pessoas estranhas que fazem uma escultura com essas muletas das pessoas normais. Um recado. Uma forma de fazer pensar. Alguém deve entender. E já terá valido a pena. De certa forma, todos aqueles artistas lá de cima que deixaram obras que hoje admiramos e que valem fortunas também devem ter sido pessoas bem estranhas em suas épocas.

As perspectivas da Arte que servem para humanizar e abrir os olhos
"(...) cada pessoa tem em mente uma cidade feita exclusivamente de diferenças, uma cidade sem figuras e sem forma, preenchida pelas cidades particulares." Ítalo Calvino

Cena 7: Diálogo mudo. Sento na mesa de um café para esperar uma amiga - a que vai ganhar o livro do Tao, e observo um casal jovem que senta ao meu lado. Cada um mergulhado no seu celular. Não falam entre si. Devem se considerar normais. Não chamaram a atenção de ninguém. Devem ter achado normal.
Talvez sim. Talvez não. Não existem respostas únicas.
Cena 8: Amizade. Uma cidade são as pessoas que nela habitam. São Paulo para mim se traduz em nomes: Oscar, Silvana, Sam, Guilherme, Regiane, Aline, Flávia, Ana, Anderson, Cristina....Não os prédios ou as avenidas monumentais que traduzem a grandeza da cidade. São as pessoas que a fazem ser grande. Trajetórias que se cruzam, interesses comuns em determinados momentos. Se a vida separa, a gente dá um jeito de unir. Nem que seja de vez em quando. Bom reencontrar a Cris em um desses momentos. Bom falar de nós, bom abrir o coração. Bom viver o momento. Tao. Convergência, poesia, reencontro, amizade.Tudo faz sentido, inclusive uma pequena divergência que apenas faz com que o olhar sobre o invisível dos laços urbanos se torne mais aguçado. Somos todos artistas urbanos.
Amizades que perduram além do tempo e do espaço físico
Cena 9: Respostas ou Perguntas? Os dois. Embora uma eterna nômade pela vida, tenho uma imensa relutância de vagar sozinha pelas ruas. Sou uma solitária que precisa do bando. Quando tenho um dia inteiro em uma cidade que não é a minha, onde nunca morei e na qual não tenho raízes, meus medos de menina vem à tona. Talvez essas horas de sozinhez em um meio estranho me tragam mais certezas. Talvez não. Ou talvez apenas me aproximem mais do Ser Humano. O que todos somos, mesmo que esqueçamos vez por outra.


"De uma cidade, não aproveitamos as suas sete ou setenta e sete maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas."
Ítalo Calvino


27/08/2014

Corredor longo - como tratar

Uma das lições básicas de uma boa solução arquitetônica passa por resolver sem usar áreas desnecessárias. Um exemplo de área inútil são os corredores...Quantas vezes vemos apartamentos e casas com imensos caminhos que acrescentam muita metragem quadrada sem uma utilidade compatível. Mas se eles existirem, como tratá-los?
Fonte
Se você não pode lutar contra o inimigo, una-se a ele! Isso mesmo, tire partido do longo caminho e use e abuse das textures e cores diferentes. Pensando bem, não abuse, apenas use.
Fonte
Se você for sortudo e o corredor for mais largo, aproveite como um armário. Se tiver em torno de 1,40, 1,30 de largura já dá para pensar em um armário com portas de correr. Mesmo estreitos já quebram um belo galho na organização da casa.
Fonte
Tijolos aparentes ou mesmo papel de parede imitando tijolos, com um rodapé alto e muita luz de efeito valorizam qualquer corredor. Principalmente os que tiverem luz natural para contrabalançar o efeito mais bruto da parede.  
Fonte
Usar como galerias de arte ou para colocar as fotos da família sempre funciona. Podem estar em uma moldura única como essa de madeira acima ou sobre uma prateleira bem estreita, em forma de L. Com a vantagem de que se pode trocar os quadros com frequência sem ficar furando paredes. 
Fonte
Usar cores diferentes na parede de fundo cria um efeito de perspectiva bem legal e fica super bem em locais mais descolados. Pintar as vigas com a mesma cor das paredes ajuda a disfarçá-la sem precisar rebaixar o forro. Uma boa solução em apartamentos alugados.
Fonte
Um bela solução em casas. Iluminar uma longa circulação com uma luz e jardim em uma linha horizontal perto do chão. Um efeito incrível!
Fonte
Na Arquitetura assim como na vida, todo limão pode virar uma bela limonada!

Veja AQUI e AQUI mais dicas de como tratar corredores

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